Só resta ao corpo descanso.
Livres mesmo,nem as aves que voam.
Pois,o mundo é enfadigado.
E os sonhos se esquecem.
Só resta ao corpo descanso.
De súbito cai ao chão.
Risadas entre as vózes.
Escárnio na multidão.
Só resta ao corpo descanso.
Sigílo permanente !
E só!
Só resta ao corpo descanso.
De um trabalho-escravidão.
Na garganta um nó!
Livres mesmo,nem as aves que voam.
Pois,o mundo é enfadigado.
E os sonhos se esquecem.
Só resta ao corpo descanso.
De súbito cai ao chão.
Risadas entre as vózes.
Escárnio na multidão.
Só resta ao corpo descanso.
Sigílo permanente !
E só!
Só resta ao corpo descanso.
De um trabalho-escravidão.
Na garganta um nó!
Autor: carlinhospj

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